Recentemente assisti a
um filme que me deixou profundamente emocionado, chorei de tristeza, também chorei
de orgulho por saber que alguém de força e determinação lutou abriu mão de sua
vida para defender aqueles a quem ele nem conhece. é baseado na impressionante
história real de Sam Childers, um extraordinário homem que dedica sua vida e
seus recursos para resgatar crianças que vivem na zona de conflito do Sudão.
Butler interpreta este herói da vida real que, no passado, levou uma vida de
crimes, mas agora usa este fato como combustível para continuar sua jornada nas
áreas mais perigosas da África em uma incansável batalha para salvar crianças
das garras dos senhores da guerra. Sua missão é clara: proteger as crianças a
qualquer custo.
São essas pessoas que traz no coração o
verdadeiro amor pelo próximo, que sente a dor dos irmãos abandonados pela
família pelo estado, países e nações, destruídos pelas guerras e ambição dos
poderosos e mafiosos políticos do mundo.
Fiquei dias pensando
nas cenas do filme nas imagens das crianças sendo tirado dos braços de seus
pais e obrigado a tornar bandidos, estupradores e assaltantes. Logo pude
perceber que tudo isso não ocorre só na África, Haiti e oriente médio, estamos
também sendo vítima, a nossa família, os nossos jovens e crianças sendo vítima
da violência que assolam nossa paz.
No Brasil
um Jovem médico larga tudo para cuidar dos viciados na Cracolândia.
Marcelo dos Santos
Trata-se de uma história incrível, que dificilmente aparecerá de novo na vida de um jornalista para contar. É sobre a saga do médico Marcelo dos Santos, de 27 anos, que trabalhou durante sete meses na Cracolândia, em São Paulo, e que morreu subitamente. Um menino pobre, que estudou em escola pública e que, com a ajuda da tia, decidiu fazer medicina na faculdade mais concorrida do país, a USP. Admirado pelos colegas, que o consideram genial e empurrado pela jovem esposa, Marcelo conseguiu terminar o curso. Estava entediado, porque trabalhava em um hospital público na periferia e passava boa parte do tempo fazendo atestados médicos para as pessoas justificarem suas faltas no trabalho até que, um dia, recebeu um convite inusitado: trabalhar numa zona de guerra. O jovem médico mergulhou de cabeça naquela realidade cruel e desumana. Em várias situações arriscou a vida, mas aos poucos conquistou a confiança de usuários e traficantes. Passou a ser chamado para ver doentes nos buracos, cubículos onde viviam os doentes dentro das ruínas, um cenário desolador. Doutor Marcelo produziu um diário que retrata a vida dos usuários de crack na maior e mais rica cidade da América Latina. O que o jovem médico relatou é assustador. Pessoas sem as mínimas condições de higiene, abandonadas, torturadas, abusadas, coagidas... Começou a se revoltar com a ausência do Estado e a mão pesada dos homens da Lei. Brigou, denunciou e pediu ajuda, aqui e fora do país. Pouco conseguiu. Precisou recorrer à presidência da República, para ter sua voz ouvida pelas autoridades. Mas não deu mais tempo. O documentário foi produzido pelos jornalistas Marco Aurélio Mello e Gustavo Costa.
Não deixe de assistir.
Acompanhe na reportagem o relato assustador de quem entrou no quartel general do maior mercado de crack do mundo.
Veja esse Vídeo abaixo;
São essas pessoas que traz no coração o
verdadeiro amor pelo próximo, que sente a dor dos irmãos abandonados pela
família pelo estado, países e nações, destruídos pelas guerras e ambição dos
poderosos e mafiosos políticos do mundo.
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